• pt
  • en

  • Paulo Arraiano


    Sensorial Divinities, 2019
    Vista de instalação, Dimora Artica, Milão



    Sensorial Divinities, 2019
    Vista de instalação, Dimora Artica, Milão



    Coming From Water (a1), 2019
    Vidro, coral, água, pigmento, silicone tubo, 29 x 20 x 16 cm. Vista de instalação, Dimora Artica, Milão



    Postfossil (a1), 2019
    Impressão digital sobre "dichroic film", acrílico, 60 x 45 cm. Vista de instalação, Dimora Artica, Milão



    Postfossil (b1), 2019
    Impressão digital sobre "dichroic film", acrílico, 120 x 90 cm. Vista de instalação, Dimora Artica, Milão



    Postfossil (a7), 2019
    Impressão digital sobre "dichroic film", acrílico, 60 x 45 cm. Vista de instalação, Dimora Artica, Milão



    Towards The Last Unicorn, 2019
    Vista de instalação, 55SP, S. Paulo,
    com curadoria de Julia Morelli



    Meanwhile, At Home, 2017
    LCD, Ecrãs, Terra, Plantas, Rede de pesca, Sandálias de borracha.
    Vista de instalação, Quartier General, Switzerland., com curadoria de Corina Weiss



    As, Always Just a Matter Of Perspective, 2017
    Animação GIF em ecrã LCD.
    Vista de Instalação, Well, Its Just An Ocean Between, TAL Gallery / Jacaranda



    Skin Metadata [a1/a2/a3], 2019
    Vista de instalação, Dimora Artica, Milão



    Swiping Reality, 2016
    Acrílico sobre tela,
    180 x 150 cm



    Fold/Fault I, 2015
    Acrílico sobre tela,
    180 x 150 cm



    Sediment I And II, 2015
    Vista de instalação, Museu do Côa



    Paulo Arraiano (Cascais, 1977), vive e trabalha em Lisboa.

    Licenciado em Comunicação pelo ISCEM (Lisboa) e tem o curso de Artes Visuais do Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual (Lisboa), é também co-fundador do programa de residência e laboratório de arte Re_actcontemporary (https://www.reactcontemporary.com), sediado nas Ilhas dos Açores. Trabalha sobre os aspectos das alterações climáticas, biosfera, antropocénico, extinção e transumanismo. e no.stereo, uma plataforma independente gerida por artistas.

    Paulo Arraino apresentou as seguintes exposições individuais: “Sensorial Divinities”, Dimora Artica, Milão – Itália (2019); “Art Rotterdam”, stand individual com a galeria Hawaii-Lisboa, Roterdão – Holanda (2018); “As always, A Matter Of Perspective”, Hawaii-Lisboa, Portugal (2017); “While Satellites Dance”, Galeria TAL, Rio de Janeiro – Brasil (2016); “Fold/Fault”, Forty/Forty, Varsóvia – Polónia (2015); “Magma”, (Sandro Resende P/28), Cidadela Art District, Cascais – Portugal (2014) e “Emotional Landscapes”,  Arte Institute (2013).

    Entre as diversas exposições colectivas nas quais participou, destacam-se: “The sea, between metaphor and matter”, com curadoria de Camila Maissune, Hangar, Lisboa – Portugal (2020); “SD” (online), MentalSpace, com curadoria  de Roman Zheleznyak, Bochum – Alemanha (2020); “StrangeTime” (online) ArtLaboratoty, com curadoria de Stepan Ryabchenko (2020); “Space” (online), Harddiskmuseum (2020); “The Bee Who Forgot The Honey”, Museu de História da Catalunha, com curadoria de Aurélien Le Genissel, Barcelona – Espanha (2019); “Towards The Last Unicorn”, 55SP, S.Paulo – Brasil (2019); “Secret Cabinet”, Dimora Artica, Milão – Itália (2018); “The Wrong New Digital Art Biennale”, Cidade das Artes, Rio de Janeiro – Brasil (2018); “Matter / Non_Matter”, Museu de Angra do Heroísmo, Ilha Terceira – Açores (2017); “At Home”, Quartier General – Centre d’art Contemporain, La Chaux-de-Fonds – Suiça (2017); “AbstractXed#1”, Aeroplastics Contemporary, Bruxelas – Bélgica (2017); “Periplos”, com curadoria de Fernando Frances, Centro de Arte Contemporáneo de Málaga, Málaga – Espanha; “Down To Earth”, com curadoria de Kwaku Boateng, The Dot Project Gallery, Londres – Reino Unido (2016); “1/81”, Museu do Côa, Vila Nova de Foz Côa – Portugal (2015); “Cherry Blast”, National Building Museum, Washington DC – Estados Unidos (2014); “Re:Function”, Museu de Angra do Heroísmo, Ilha Terceira – Açores (2014); “LaGa”, Museé d’Art Moderne, Luxemburgo (2008).

    Realizou diversas residências artísticas, como: Hangar (Lisboa); Walk&Talk (Açores); Transforma (Torres Vedras); LAC (Lagos), entre outras.

    Arraiano está representado em coleções públicas e privadas, como o Museu CAC Málaga, (Espanha); Coleção Luciano Benetton (Itália); Quartier-General Arts Center (Suíça); Museu de Angra do Heroísmo (Açores); Fundação Sztuki Zewnetrznej (Polónia); Grupo Pestana (Portugal); Fundação D. Luís / Bairro dos Museus (Portugal) e Museu MARCC (Portugal).




    Ao utilizar este website está a concordar com a utilização de cookies de acordo com o nossa política de privacidade.